Vagas no terceiro setor


Artigo Publicado em: Vagas Abertas


A organização da sociedade vai muito além de simples processos seletivos, nomeação de funcionários públicos ou investidas da iniciativa privada sem vínculo governamental. É bem verdade que, dentro da atual conjuntura política nacional, tais fatores ganham importância e expressividade, mas não são tudo para formar a base assistencialista do país.

Não à toa, serviços podem ser divididos em etapas: o primeiro setor se refere ao Estado e suas organizações públicas, atendendo algumas das necessidades essenciais da população. O segundo setor, à iniciativa privada, sem vínculo com o governo, de modo a se declarar independente e, por isso, tendo o compromisso de possivelmente defender apenas os seus interesses financeiros.

Porém, com a ineficiência parcial de ambos, foi implantado o terceiro setor, que nada mais é que a extensão das duas partes: trata-se de serviços de utilidade pública e assistencialismo à população sem o objetivo de visar o lucro, mas também sem qualquer vínculo concreto com o Estado.

No Brasil, embora o ramo ainda não seja tão forte como em certos países desenvolvidos, a representatividade se dá, entre outros meios, por Organizações não-Governamentais (ONGs) e outras atividades relacionadas, que como tem tido um caráter de crescimento, geram também mais empregos para a população.

Sendo assim, o terceiro setor dá a oportunidade de qualquer indivíduo buscar o profissionalismo em seu meio, desde que atenda às necessidades curriculares de cada vaga e, mesmo em instituições que não visam o retorno financeiro, terem um emprego fixo, independente e como na habitual forma das demais áreas e setores.

Para quem segue sem acreditar na causa, a variedade de opções profissionais é bastante significativa, sendo possível até mesmo competir, em número, com o Estado e o setor privado. No caso da especialização do interessado ser na área de questões sociais, por exemplo, oportunidades como a coordenação de projetos, assistência e orientação surgem como vagas disponíveis no mercado.

Já se a ideia é na área da educação, professores para as mais diferentes idades e áreas, monitores, oficineiros e educadores populares também são procurados, tudo com remuneração fixa e demais benefícios exigidos por lei, assim como em empregos similares.

Além disso, profissionais como auxiliar administrativo – a fim de realizar relatórios, balanços, projeções e análises financeiras de uma empresa – e cozinheiro – para os mais variados tipos de pratos – também são procurados constantemente, desde que possuam especialização no setor. Para quem quer apenas ajudar, mas sem a obrigatoriedade da remuneração financeira, também é possível ser um voluntário para departamentos como psicologia e fotografia, ou então, principalmente para universitários, a possibilidade de estágios também é constantemente disponibilizado.



Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *