Como viver de música


Artigo Publicado em: Emprego


Aspectos culturais estão presentes não só no cotidiano do brasileiro, mas também do mundo como um todo. Quem não tem o costume ou nunca assistiu a uma peça de teatro, leu um livro, releu poesias, assistiu a um filme ou ouviu música com frequência? Certamente, se fizéssemos um estudo, seria inexpressiva – ou igual a zero – o número de pessoas que não se identificaram acima.

Para o público, tais utensílios são um belo passatempo, relaxante, de aprendizado, entre outros aspectos. Mas, do outro lado da história, a situação do profissional que trabalha com estas qualidades é bem diferente, colocando em xeque, por muitas vezes, sua continuidade com tal sonho.

No caso da música, por exemplo, muitas pessoas já pensaram em seguir carreira no ramo ou ao menos executam bem um instrumento musical a ponto de pensar na profissionalização, mas quando chega a hora das oportunidades e chance de dar certo – talvez pela não exploração do mercado de trabalho – titubeiam e escolhem outra ocupação.

No entanto, para quem segue na tentativa de uma melhor vida através destas habilidades, é possível seguir no ramo. Primeiramente, a dica é concluir o ensino médio e tentar se instalar em uma faculdade na área, que poderá abrir muitas portas de emprego regularizadas para depois da graduação.

Nas escolas, por exemplo, cada vez mais a música tem ganhado espaço, e com a possível obrigatoriedade da lei em exercer tal função, a contratação de profissionais se torna uma exigência, sendo remunerados de maneira similar aos demais professores, visto que seria uma disciplina a mais oferecida pela entidade.

Depois, com o tempo, a opção fica por abrir um comércio próprio, tendo seu sustento extraído de aulas particulares e coletivas com interesses dos alunos em aprimorar seu conhecimento musical. Para isto, porém, necessita-se de uma boa execução de um número considerável de instrumentos, pois, quanto maior for a influência de ensino, maior a possibilidade de encontrar interessados.

Mesmo assim, ainda há a opção por tentar uma carreira um tanto quanto mais informal. Sem o diploma da graduação, a forma costumeira é tentar encaixar uma agenda de shows em bares e casas de espetáculos, sendo remunerado pelo público presente ou pela organização do evento, respectivamente.

Mas também existe outra alternativa: com intenso estudo e dedicação na área, tentar entrar para uma orquestra, que profissionalizada e até mais estruturada, passaria um valor mensal para o contratado ou uma cota de lucros através dos shows feitos, fazendo com que a especialização – por meio da organização – possa vir mais rápido e, consequentemente, aumente os lucros.



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