Carreira de dançarino


Artigo Publicado em: Emprego


A cultura faz parte da manifestação popular. Por isso, podemos cravar que apresentações como as musicais, teatrais, exibição de filmes, obras da literatura e outros eventos do gênero podem ser, independente do que é retratado e como a situação se passa, a forma cultural de um povo se expressar.

Na questão das peças teatrais, músicas e questões relacionadas, no entanto, é preciso ter atuações contemporâneas e frequentes. Consequentemente, são exigidos profissionais. E por mais que estes sejam verdadeiros amantes do que fazem, nem sempre a opção de seguir no ramo é das mais fáceis, o que faz o indivíduo refletir sobre o grau de compensação em seguir adepto do sonho.

Entre tais profissões, uma das que abalam os artistas com frequência é ser dançarino, pois, como sabemos, a vida profissional passa por momentos incertos e depende muito de contatos com peças para apresentação, mas que, na maioria das vezes, possui um orçamento bastante limitado e elencos já completos.

Porém, para quem segue titubeando sobre a possibilidade de continuidade pela dança através do profissionalismo, a chance existente é bastante real, e cada vez mais indivíduos estão abrindo mão da conciliação com outra ocupação para seguir, independente, com o financeiro dependendo apenas de suas artes.

A primeira forma é justamente seguir treinando forte e se encaixar em apresentações teatrais que envolvam a dança e, portanto, necessitem de profissionais, o que deixa o dançarino trabalhando de maneira fixa e ainda tem a oportunidade de viajar ao redor do estado ou do país, dependendo de onde a empresa vá fixar seus espetáculos.

Outra opção para seguir a carreira é com a coordenação de projetos, em que o dançarino possa não só atuar, mas também entrar para o outro lado da história, montando as apresentações, planejando as mesmas e, de quebra, ainda dando a oportunidade de outros seguirem no ramo da mesma forma.

Por fim, o que tem se tornado significante entre os profissionais tem sido lecionar dança para crianças em escolas ou simplesmente para interessados de diversas idades. Ou, para alguns que expandem um pouco mais o horizonte, interpretar e exibir seu trabalho na carreira sendo coreógrafo, que não foge tanto à regra.

Vale lembrar que, para pertencer ao universo profissional da dança, não é necessário possuir diploma em música nem qualquer tipo de qualificação profissional, apenas a experiência prática. No entanto, é sabida a necessidade que o curso profissionalizante pode trazer, assim como o desenvolvimento da parte teórica, o que pode eventualmente abrir novas portas do mercado de trabalho.



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